Orquestrando a Vida assina termo de patrocínio com Águas do Paraíba

Por Antônio Filho

Responsável pela qualificação gratuita de jovens músicos, a ONG Orquestrando a Vida viveu momentos especiais, na tarde desta sexta-feira (28), em sua sede. Na ocasião, o diretor da entidade, maestro Jony William, recebeu o prefeito Rafael Diniz e o superintendente da concessionária Águas do Paraíba, Juscélio Azevedo, para a assinatura de um termo de patrocínio que garantirá a continuidade das atividades do projeto social.

As atividades começaram com uma visita ao prédio, marcada por emocionantes apresentações musicais das orquestras Infantil, David Machado, Infanto-Juvenil e da Orquestra de Câmara Mariuccia Iacovino. A vice-prefeita, Conceição SantAnna também prestigiou as apresentações, acompanhada da presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Cristina Lima.

– Foi uma data muito importante para todos nós. A emoção trouxe a renovação das forças, justamente pelo fato da descoberta de que o nosso trabalho tem crédito, tem valor. É fundamental a ação de patrocínio de Águas do Paraíba, responsável pela possibilidade de não fecharmos as portas. A Prefeitura de Campos, através da equipe de cultura, também tem sido importante nesse processo – observou Jony William.

Após a assinatura termo de patrocínio, Juscélio Azevedo enfatizou a emoção do contato com os jovens músicos. “Eu não conhecia as instalações e as ações do projeto. Fiquei surpreso com a estrutura e me emocionei, em diversos momentos. Todos da Orquestrando a Vida, são vencedores. A vida é feita de oportunidades e Deus foi um objeto facilitador para a descoberta desse projeto. A partir de hoje, podem contar com Águas do Paraíba, sempre”, disse.

Conhecedor do projeto, o prefeito Rafael Diniz ficou satisfeito com a ação e elogiou o trabalho dos maestros Jony William e Luís Maurício Carneiro, através do qual muitas crianças descobriram a música como profissão, na ação iniciada em 1996.

– Jony e Maurício me inspiram a ser uma pessoa melhor. Eles são exemplos de que é possível utilizar a arte como forma de transformação de realidades sociais – declarou Rafael Diniz.